Meu padrasto briga feio com a madrasta e descarrega toda a raiva e estresse enfiando a pica dura no meu cu apertado, me fudendo sem dó até gozar tudo dentro.
66A Fúria da Noite
padrasto fode cu da enteada-A casa ecoava com os gritos furiosos do meu padrasto e da madrasta. Primeiro, o caos na cozinha. Ele, um brutamontes de veias saltadas e punhos cerrados, berrava obscenidades enquanto ela respondia com pratos voando pela cozinha. “Sua vadia inútil!”, ele rosnava, o rosto vermelho de raiva contida. Eu me encolhia no quarto, o coração acelerado, sabendo o que viria a seguir. Sempre vinha. Porque o estresse dele não se dissipava com socos no ar ou garrafas de cachaça; em vez disso, ele precisava de algo mais profundo, mais sujo.
A Invasão Inesperada
Era noite alta quando a porta do meu quarto rangeu. Então, ele apareceu. Ele entrou cambaleando, o cheiro de suor e álcool impregnando o ar. Seus olhos, injetados de fúria, fixaram-se em mim como um predador. “Vem cá, sua putinha”, murmurou, a voz rouca de desejo reprimido. Eu tremia, mas meu corpo traidor já respondia – o medo misturado a uma excitação doentia que eu odiava admitir. Logo em seguida, ele me arrastou. Pela cama, rasgando minha calcinha fina com um puxão bruto. “É por causa dela que eu fico assim, caralho. Mas você… você alivia tudo.”
A Foda Sem Piedade
Sem preliminares, sem misericórdia. Primeiramente, ele se preparou. Ele cuspiu na mão e untou seu pauzão latejante, grosso como meu pulso, as veias pulsando de raiva. “Abre esse rabo pra mim, garota. Toma o que o papai precisa.” Eu me posicionei de quatro, as nádegas expostas, o cu piscando de anticipação. Em seguida, veio o empurrão. Ele forçou a entrada com um movimento violento, o glande rasgando minha resistência como papel. “Porra, que cu gostoso! Aperta mais, sua safada!” Cada estocada era um soco no estômago – doloroso, invasivo, mas viciante. Enquanto isso, ele acelerava. O ritmo crescia, o som molhado de carne contra carne ecoando no quarto. Ele xingava a madrasta entre arfadas – “Aquela puta não me dá isso!” – e eu gemia baixinho, mordendo o travesseiro para não acordar a casa.
O Clímax e o Vazio
O orgasmo dele veio como uma erupção: jatos quentes de porra inundando meu interior, escorrendo pelas coxas enquanto ele desabava sobre mim, ofegante, o peso esmagador. Depois, o silêncio. Ele se levantava, vestia a calça e saía sem uma palavra, deixando-me ali, vazia e dolorida, o cu latejando com o sêmen dele. As brigas paravam por um tempo. Portanto, eu era o segredo. O remédio proibido. Mas no fundo, eu ansiava pela próxima explosão – pela dor que me fazia sentir viva, pela sujeira que nos unia em silêncio. Finalmente, o ciclo recomeçava. Quantas noites mais eu aguentaria ser o escape da fúria dele? Meu corpo gritava sim, mas minha alma sussurrava não. Ainda assim, quando os gritos recomeçavam lá embaixo, eu esperava de pernas abertas.












