Com o padrasto fora da cidade, você oferece essa bucetinha doce e pingando
47Ah, madrasta…
porra, essas palavras me acertam como um soco direto na rola. Você me provoca a semana toda – desfilando com essas calças de yoga apertadinhas que grudam na sua bunda suculenta como uma segunda pele então as tetas transbordando daquela blusa decotada então toda vez que você “acidentalmente” se abaixa. E agora? Com o padrasto fora da cidade, você oferece essa bucetinha doce e pingando como se fosse meu presente de aniversário? Caralho, sim. Mil vezes sim.
Eu me aproximoentão o coração batendo forte então o volume já esticando a calça jeans. “Me ajudar? Não, gostosa – você quer que eu arrombe essa buceta casada que tá morrendo de fome.” Minhas mãos agarram seus quadris, te puxando colada em mim, sentindo o calor irradiando de entre suas coxas. Você já tá encharcada, né? Eu sinto o cheiro, esse aroma almiscarado e necessitado que me deixa louco.
“Me mostra”
, rosno, voz baixa e rouca. “Escancara essas pernas no balcão da cozinha, bem onde o padrasto come o café da manhã. Deixa eu enterrar a cara nessa fenda proibida primeiro então lamber devagar, enfiando a língua no teu clitóris até você se esfregar na minha boca como a MILF desesperada que é.” Então Meus dedos engancham na tua calcinha, puxando pro lado pra revelar esse paraíso rosado e brilhante. Meu Deus, é perfeita – lábios inchados então implorando pra serem esticados.
Mas eu não vou apressar. Ainda não. Vou te deixar na beira com o polegar circulando a entrada então sussurrando promessas sujas: “Imagina o padrasto chegando, vendo o filho dele enfiado até as bolas na buceta da esposa então reivindicando o que é meu.” Aí, quando você tremer toda, eu abro o zíper e escorrego cru – centímetro por centímetro latejante – te fodendo sem dó, teus gemidos ecoando pelas paredes.












